Me sinto atormentado, com medo,não sei o que falar, não sei como agir
não sei a quem amar.
Não sei se vou chorar, ou se talvez
pirar, o medo vive a me assombrar,
que rumo minha vida vai tomar.
Com quem devo ficar, no que devo pensar,
o que devo fazer, pra você não me esquecer.
O medo me consome, e este sentimento não some,
louco vou ficar e ninguém vai nem notar,
por que sou insignificante
só sirvo como amante
sou um garoto atordoado ambulante
um pobre vagabundo escroto andante...


Sua caveira na minha mão, minha mão na sua caveira,